segunda-feira, 31 de maio de 2010

Ousadia...

Não consigo me prender a limitações. Limitações existem para que sejam superadas assim como a tampa de uma garrafa está lá para ser removida. Sua única utilidade é essa: Ser removida. Não me adapto ao bom senso. Ao pragmatismo. O bom senso é a sabedoria dos mediocres e o pragmatismo é a coragem dos tediosos.
Ousadia... Se a vida fosse definida em uma palavra, essa, seria ousadia. Quem não ousa não cresce. Quem não ousa não aprende. Quem não ousa enxerga o mundo através de uma lente embassada.
Aquele que acorda e se levanta de sua cama dia após dia pensando apenas em executar suas funções mecânicamente, este, não é um indivíduo. É apenas um substrado do todo. Se torna uma peça não ignota de um sistema falho e pouco inspirador.
Eu quero me levantar todos os dias pensando em ir a lugares onde nunca fui. Fazer coisas que nunca fiz. E se tiver que voltar a lugares onde ja fui; torna-los diferentes a cada retorno. E se tiver que repitir as mesmas ações repiti-las modificando sua essencia. A busca pela singularidade é o que deve nos motivar. Ousar por sí só ja é ser singular. Pensar no impensável. Atrever-se a imaginar o impossível. Até que este. Se torne difícil e o difícil se torne possível. Ousadia é a dose de loucura de que os sãos precisam. A impeto de construir um mundo sólido a partir da imaterialidade. De trazer à vida aquilo que se pensa. Ação aquilo que se pensa. Pensar e ser e agir e querer e fazer e ir e ver e saber e trazer...
"O bom senso é a sabedoria dos mediocres".


- Acioli -

domingo, 30 de maio de 2010

Isso - é - uma - vergonha...


video

Agora, depois de ver isso, imagine comigo. Imagine que a "escala social" é um automóvel. Um carro. Os mais abastados, ricos e influentes, teoricamente estão no topo. Logo, neste carro, eles seriam os motoristas. Aqueles que conduzem todo; O corpo do automóvel. Que dão a ele direção. Teoricamente são eles que conduzem a máquina.
Agora seguindo a mesma linha de raciocínio. Imagine que os menos afortunados "Os mais baixos na escala do trabalho". São as rodas deste mesmo automóvel. Se elas estouram. Se elas param. Todo o resto do automóvel se torna inútil e o motorista impotente diante da parada daquilo que ele considera "O mais baixo na escala do trabalho". Aquele que está abaixo não é o pior, ou, o menos habil ou útil. Na verdade aquele que está abaixo de todos os outros "mecanismos" é o mecanismo mais forte. É o mecanismo que faz com que, de fato, o sistema se movimente. Carrega todo o peso. Então esse senhor que se considera muito culto e muito erudito. Acaba por ser o mais tolo de todos. Por menosprezar aqueles que possibilitam o seu bem estar. Por ter um carro bonito e achar que ele funcionaria sem as rodas. Certamente se fosse um empresário de sucesso que desejasse ano novo ele iria se abrir todo. Mas como já dizia minha avó: "Aqueles que se curvam para os poderosos mostram a bunda para os oprimidos".
Sem mais. Me despeço do alto de meu teclado!

sábado, 29 de maio de 2010

Outro trecho de "O apanhador no campo de centeio" que é a minha cara...


O Holden falando:


"Aí, bolei o que é que eu devia fazer: ia fingir que era surdo-mudo. Desse modo, não precisava ter nenhuma conversa imbecil e inútil com ninguém. Se alguém quisesse me dizer alguma coisa, teria de escrever o troço num pedaço de papel e me entregar. Depois de algum tempo iam ficar um bocado aporrinhados de ter que fazer tudo isso, e aí eu nunca mais precisaria conversar pelo resto da minha vida. Todo mundo ia pensar que eu era só um infeliz dum filho da mãe surdo-mudo, e iam me deixar em paz sozinho. Me deixavam botar gasolina e óleo na droga dos carros deles, e me pagavam um salário para fazer isso. Com o dinheiro que fosse ganhando, construiria uma cabaninha para mim em algum lugar e viveria lá o resto da vida. Ia fazer a cabana bem pertinho de uma floresta, mas não dentro da mata, porque ia fazer questão de ter a casa ensolarada pra burro o tempo todo. Cozinharia minha própria comida e mais tarde, se quisesse casar ou coisa parecida, ia encontrar uma garota bonita, também surdo-muda, e nos casaríamos. Ela viria viver comigo na cabana e, se quisesse me dizer alguma coisa, teria de escrever numa porcaria dum pedaço de papel, como todo mundo. Se tivéssemos filhos, iam ficar escondidos em algum canto. Podíamos comprar uma porção de livros para eles e nós mesmos íamos ensiná-los a ler e escrever."

quarta-feira, 26 de maio de 2010

"O trabalho que mais demora é aquele que você não começa."



- J.R.R Tolkien -

Máscara social...


Todos querem vencer a batalha. Todos querem ganhar a corrida. Mas contra quem estamos lutando? Contra quem estamos correndo? Contra nós mesmos. Cada ataque. Cada golpe que desferimos para vencer a corrida é um golpe contra nós mesmos. Contra nossa evolução. Há aqueles que não acreditam mas toda causa gera um efeito e toda ação uma reação. Mas a pressa nos impede de ver. Que muitas vezes alimentamos nossas ambições engolindo os sonhos dos outros. Nós estamos lutando a espera de respostas. Mas muitos preferem cegar quem está ao lado tentando ver o futuro do que apurar seus próprios olhos e apontar o caminho ao outro para que ambos possam ver. Aqueles que estão desatentos serão jogados aos lobos e eles banquetearão sobre seus sonhos. Os desonestos se escondem atrás de máscaras sociais. Eles obtem sucesso temporario em suas criações de imperfeição. Manipulam os desatentos como marionetes até o dia em que as cordas se rompem. Algumas nunca se rompem. Alguns olhos permanecem para sempre vendados. Os arrogantes, os manipuladores e desonestos tem uma vantagem vital; que é a de não se importar com ninguém além de sí mesmos. Então correm mais rápido. Pisando sobre as cabeças dos mais fracos. Enquanto os honestos preocupam-se em desviar. O caminho que leva a desintegração. Ao lixo é mais fácil. Por isso a maioria prefere segui-lo.
Alguns não mudam por medo. Por preguiça. Ja que ser honesto é difícil...
Liberdade não é fazer o que se quer. É saber o que se faz.
"Ninguém é mais irremediavelmente escravizado do que aqueles que falsamente acreditam que são livres." - Goethe -


- André Walker -
Assim que o inverno chega e arrocha
E à noite o gelo quebra a rocha,
É negro o lago e nua a floresta
No ermo, então, vagar não presta!



- J.R.R Tolkien -

segunda-feira, 24 de maio de 2010

[ ॐ Lara ] diz:
ela é muito sentimental, mas também é muito manipuladora, o lado direito mostra bastante vivacidade, ela estava tranquila quando bateram a foto, mas ela tbm é muito vaidosa, ela sabe usar as melhores partes dela para conquistar o que deseja, aparentemente muitas pessoas que convivem com ela inicialmente não percebem este lado manipulador, mas com o tempo de convivência esta face doce e meiga e flexivel desaparece e ela vai se mostrando mais firme, menos flexivel, quase sempre se reveste em uma máscara social de simpática, mais a sua própria incapacidade de ser ela mesma, a faz sofrer.
também é muito ousada, costuma ser muito impulsiva as vezes
e costuma se arrepender quase sempre
mas é esta mesma energia impulsiva que a faz se sentir jovial demais e imatura
ainda n conseguiu administrar bem os impulsos
ser verdadeira c ela msma







*O post debaixo completa essa conversa.
* Eu sempre soube! Desde o começo. É que gosto de ver até onde as pessoas são capazes de ir. Algumas vão realmente muito longe... Pobre Loreley...

sábado, 22 de maio de 2010

...

[ ॐ Lara ] diz:
Bom dia
=)
eeei
ontem eu tava meio esquecida
eu já tirei as cartas pra vc
rsrsrsrs

André Walker. diz:
auhhuauhahuahuahu
relaxa

[ ॐ Lara ] diz:
No sentido amoroso

André Walker. diz:
e aí? vou ser atropelado por um caminhão?

[ ॐ Lara ] diz:
deu que você iria passar por algo, uma provação talvez... um amor idealizado, mas que depois você verá que aquilo não existia( destruição de relacionamento ou de ideal ) sobre aquela pessoa, também pode ser que isto seja o ponto de partida para que novos ares, e novos relacionamentos se aproximem de você, ou seja é preciso haver uma desconstrução para construir novas coisas em cima, e para isto você tem que pensar mais positivamente sobre seus próprios relacionamentos, não de forma idealizada, sonhadora e utópica, mas ver a pessoa realmente como ela é com suas falhas e virtudes e ver se ela é compatível com o que você espera, e não com o que vc espera melhorar ou terminar. Ou seja fase necessária para uma mudança maior
e enquanto não houver esta mudança não haverá novos relacionamentos prósperos

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Seja lá como for, fico imaginando uma porção de crianças brincando de alguma coisa num baita campo de centeio e tudo. Milhares de crianças e ninguém por perto – quer dizer ninguém grande – a não ser eu. E eu fico na beirada de um precipício maluco. Sabe o que eu tenho de fazer? Tenho que segurar todo mundo que vai cair no abismo. Quer dizer, se um deles começa a correr sem olhar onde esta indo eu tenho que aparecer de algum canto e agarrar o garoto. Só isso que ia fazer dia todo. Ia ser só o apanhador no campo de centeio e tudo. Sei que é maluquice, mas e a única coisa que eu queria fazer.

"O apanhador no campo de centeio" - J.D Salinger -

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Baaah... Que nojo.

As vezes eu tenho nojo da forma como as pessoas agem. De algumas coisas (ou muitas) que fazem. As vezes me sinto meio Holden Caulfield e quero mandar todo mundo a merda. Sumir desse mundo de pessoas mentirosas, hipócritas e aproveitadoras.
As pessoas vivem criando seus planinhos. Ainda que inconscientemente elas fazem isso. Procuram maneiras de parecer mais espertas umas que as outras. De extrair do outro o que querem e depois irem embora. De disfarçar pelo maximo de tempo possível suas artimanhas. As pessoas mentem e enganam para conseguir o que querem quando podem simplesmente dizer claramente e tentar conseguir isso por um meio mais digno. As pessoas se acham muito espertas. Sim. Oh, se se acham. Mas confundir mal carater com esperteza ja é sinal de pouca esperteza. Entre todos aqueles de mal carater. Eu sinceramente prefiro os assumidos. Que deixam claras suas intenções. Que tem ao menos a coragem de se mostrar como são em suas criações de imperfeição.
Não vou mentir. Depois de me dar muito mal muitas vezes. Eu pensei em me adptar a esse estilo. Em seguir o fluxo. Mas não dá. É como comer de uma comida que caiu no chão sujo. Me da nojo. Assim como as pessoas que agem assim.
Resumindo. Prefiro continuar como eu sou. Não sei mentir. Não sei enganar. Sei apenas me defender. Me levantar. Esquecer. Apagar. E você se um dia agiu assim comigo vai ser apagado também. E se for apagado saberá porque. E se é isso que eu tenho que fazer pra manter o raio do meu carater e dormir sabendo que não usurpei nada de ninguém nem que agi de ma fé, é isso que vou fazer. Continuar me defendendo de gente assim.
E você. Pense bem no que faz. Lembre-se: Causa = Efeito. Efeito ainda que tardio...
E eu continuo aqui firme da forma que sou.
Até a hora que eu encontrar meu campo de centeio...

- André Caulfield -

quarta-feira, 19 de maio de 2010

"Eu prefiro a causa do que a cura."


- Chuck Bass -

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Olhos vendados...


"Não deixe que sua felicidade dependa de coisas que você possa perder" - Clive Staples Lewis -.
Sua felicidade. Seu bem estar. Não podem depender do amor de outra pessoas. Nem mesmo da consideração de outra pessoa. Não se pode esperar receber o que você oferece. A natureza humana tende a dar o contrário do que recebe. A indiferença é o espelho do carinho e do amor. Assim como o "tratar bem", o "desejar" é o espelho da indiferença. É ridículo. Mas é assim que funciona. Sendo assim, pobre daquele que depende do "alimento sentimental" de outra pessoa. Este estará sempre sujeito a inconstância, maldade, mesquinhez e irresponsabilidade humana. Deixará sua felicidade a mercê de algo falho; O carater humano.
Pobre daquele que não enxerga um palmo à frente dos olhos,
Que deseja a fortuna material e empobrece o carater.
Pobre daquele que não enxerga além de sí próprio
E se estabelece dentro dos limites restritos de seu próprio egoismo.
Pobre daquele que tem a visão restrita...
Daquele que tem a luz diante dos olhos e não vê
Pelo simples fato de não querer...



- André Walker -




Ronnie James Dio - 10/07/1942 ☆ - 16/05/2010 † Your memory is alive somewhere between heaven and hell.

sábado, 15 de maio de 2010

sexta-feira, 14 de maio de 2010

!

!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Os anos inumeráveis perder-se-ão nos jardins do esquecimento.
E o tempo, assim como, a dor e o lamento desintegrar-se-ão ao pó
Quando dias mais cálidos vierem por entre as frestas que os invernos futuros deixarão.
Quando a Luz do Sol dissolver os últimos rastros da neve de invernos de outros tempos
Tudo o que restará é o que os olhos viram e alma sentiu.
Quando as estrelas se desprenderem do céu da noite
Quando as eras se passarem lentamente diante de mim
Quando os mares abrandarem as ondas do caos que os olhos vêem
Quando a última gota de orvalho cair ao Sol da primeira manhã da primavera
Quando o brilho púrpura do crepúsculo tomar o firmamento
E o último traço de luz tomar meus olhos atentos
Saberei que a jornada não foi em vão;
Até lá continuo a caminhar...



- André Walker -


10/05/2010 ás 20:30 há vinte anos eu estava nascendo....

domingo, 9 de maio de 2010

Liberte-se do vício...

A gente vive numa espécie de círculo. Um círculo de vícios.
Estamos quase sempre reclamando por aquilo que não temos. Quando deveriamos simplesmente usar aquilo que temos para alcançar que não temos ainda.
Estamos sempre olhando para o outro e nos questionando por que ele tem isso ou aquilo; talvez seja porque ele trabalha em sí ao invés de prestar atenção nos outros ou questionar o mérito alheio.
Quando não temos motivos pra sofrer nós criamos. E quando temos, ainda que sejam pequenos, nós os aumentamos.
Encaramos a dor (que é inevitável) como se fosse apenas um tormento. Mas, só sente dor quem está vivo. Só se assusta, so rí, quem está vivo.
Gastamos nosso precioso tempo pensando sem agir. E agindo sem pensar.
Não usamos o tempo. Simplesmente o gastamos. Alimentamos os vícios.
Eu gosto da ideia de fazer muito com muito pouco. É um estimulo.
Prefiro me esquecer daqueles que tem o que eu ainda não tenho. Procuro alcança-los ao invés de atrasa-los ou odia-los.
Prefiro não reclamar... A reclamação me tira do foco. Prefiro não sofrer. O sofrimento distrai meu raciocinio, meu feeling. Prefiro não ser um espelho daquilo que o mundo e as pessoas me mostram.
A incerteza é uma benção, talvez nossa única, é a única coisa que nos permite imaginar um futuro a nossa maneira.
Liberte-se do vício.

Conforto...

Me lembro de épocas a alguns anos atrás. Era mais fácil viver e conviver com as coisas. Havia muuuitas coisas que eu não tinha mas eu não me importava em não te-las porque elas raramente me eram oferecidas, e, quando eram, não estavam envoltas em promessas mirabolantes. Ou seja: do que os olhos não vem a mente não sente falta. Era confortável. Eu me sentia bem assim. Era uma solidão confortável, aconchegante. Eu me lembro que as melhores épocas eram como a de agora, outono; quando os dias são meio amarelados e está frio. Eu era o único que gostava do frio e do amarelo dos dias, das árvores sem folhas ou então com as folhas amarronzadas. Enfim, essas coisas. Eu vestia um blusa de frio e uma touca e saia pela rua, andando e olhando as pessoas. O mundo. Tinha milhões de ideias, medos, de sonhos, de desejos. E eu compartilhava todos comigo mesmo. Isso me bastava, porque, afinal nunca me tinha sido oferecido mais que isso. O que eu tinha até então era o suficiente e eu estava bem assim. Até que um dia. Na escola. Ela apareceu, da mesma altura que eu. Cabelo até o meio das costas, roupas coloridas e olhos puxados; e tudo se estragou.
Minha fortaleza indestrutível foi destruida. "Nada é tão cruel como uma criança
Às vezes nós quebramos o inquebrável, às vezes?"
Mais um havia tido seu conforto roubado. (Em troca do que no fim veio a ser o nada.) Os anos se passaram. Cinco anos. Até que eu me livrasse das memórias daquilo que nunca existiu e meu conforto e minha proteção voltassem (Sempre em épocas frias de outono ou inverno. É quando eu me sinto mais forte.) Mais duas vezes a concha viria a ser quebrada... Mas seriam as últimas. Foram.

terça-feira, 4 de maio de 2010

"Ó vós que vagais pela terra sombria, confiai!
Porque embora negra se estenda,
termina a floresta algures um dia
e o Sol que se abre, penetra sua tenda
O Sol que levanta, o Sol que anoitece
O dia que termina, o dia que começa.
Pois a leste e a oeste, a floresta perece."


- J.R.R Tolkien -

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Eu fecho meus olhos e penso, e sonho, e desejo. Mas não espero. Não espero nada que não venha de mim mesmo.
Se um pensamento desenha em cores, texturas e sons a noção de uma realidade; então que eu me alimente das minhas próprias cores, texturas e sons. Ja que o que está no exterior se mostra irreal e pouco sólido. Que eu não abra os olhos, não desperte de meu pensamento, não desbote as cores, não arranhe as texturas e não emudeça os sons que vem de mim mesmo. Que dão vida ao meu mundo. Se não for por um bom motivo.
Aqui, no conforto do calor dos meus próprios pensamentos.
Se ainda posso imaginar cores que não vejo com os olhos abertos.
Se ainda posso sentir texturas que as pontas dos meus dedos não podem tocar.
Se ainda posso ouvir sons que não alcançam meus ouvidos;
não me tire de meus pensamentos. A não ser que possa me mostrar as cores,
me oferecer o tato, e revelar-me os sons.
Não me tire de onde estou, se não for me levar a um lugar melhor.


- André Walker -
Não se conhece ninguém além daquilo que se mostra.
Não se tem acesso a pensamentos e desejos, senão, aqueles que são expressados.
Não se sabe nada sobre alguém, além daquilo que é revelado, que se deixa mostrar;
Que pode ser tudo, pode ser nada, ou apenas a metade daquilo que de fato há, ainda que nada haja...

- André Walker -
"Por que roubaste minha solidão se não pretendia me fazer verdadeira companhia?"

- Friedrich Niesztche -

domingo, 2 de maio de 2010

"Procuro despir-me do que aprendi
procuro esquecer-me do modo de lembrar
que me ensinaram.
Raspar a tinta com que me pintaram os sentidos,
desencaixotar minhas emoções verdadeiras
Desembrulhar-me e ser eu."




- Alberto Caeiro -

sábado, 1 de maio de 2010

A repetição é a mãe do entendimento...


- André Walker -